O palestrante é coordenador do CEBB do Rio de Janeiro

O praticante budista Marcelo Nicolodi, aluno do Lama Padma Samten, palestra nesta quarta-feira (20/2), das 19h30 às 21h30, sobre o tema “Sustentando Relações Positivas em Tempo de Crise”, no Centro de Estudos Budistas Bodisatva de Porto Velho (CEBB-PVH).

O centro fica na rua D.Pedro II, 1415, subesquina com Joaquim Nabuco. A contribuição é de R$ 30,00. Informações: 9909-9091/ 9.9334-8167 (whats).

De acordo com o palestrante, todos os seres vivem numa rede complexa de relações e interdependência. “Diante dessa diversidade de tendências, pensamentos e personalidades surgem conflitos pessoais e sociais”, observou.

“Vamos mostrar de que modo os ensinamentos éticos e espirituais do Buda, oferecidos há 2600 anos, podem nos ajudar na busca de soluções, ou pelo menos minimizar esses problemas”, declarou o praticante budista.

O palestrante mostrará ainda como atravessar as crises com menos sofrimento, aproveitando as oportunidades para crescimento. “Esse tema afeta a todos nós independente de idade, gênero, condição social ou nível cultural”, concluiu.

Outras palestras

O budista ministrará ainda mais duas palestras: “A Roda da Vida”, nesta quinta-feira (21/2), e ‘Desenvolvendo Amor e Compaixão com Equanimidade”, na sexta-feira. Ambas as palestras ocorrerão no CEBB, das 19h30 às 21h30. A contribuição também é de R$ 30,00.

 Roda da Vida (palestra)

Marcelo explica que os ensinamentos do Buda sobre a experiência de vida dos seres estão resumidos na Roda da Vida. “De que modo os seres são criados e ficam presos num ciclo infinito de nascimentos e mortes, imersos em confusão?”.

O budista explicará ainda “qual o papel de nossas ações na criação dessas experiências? Quais as emoções perturbadoras que podem predominar e nos trazer sofrimentos específicos? Há uma saída possível da Roda?”.

Desenvolvendo Amor e Compaixão com Equanimidade (palestra)

De acordo com o aluno do Lama, os “Oito Versos que Transformam a Mente” são um dos ensinamentos mais profundos sobre como seguir um caminho espiritual e desenvolver amor e compaixão genuínos por todos os seres.

“Compostos por um grande mestre tibetano no século quatorze, permanecem atuais como um roteiro para transformar nossas mentes e corações de uma posição egoísta para uma abertura que inclui os outros com equanimidade”, pontuou.